A terapia da luz.
myrellabrasil January 25th, 2012
A terapia da luz, que surge como uma grande promessa para a
humanidade nesta virada do milênio, já era praticada desde o
início dos tempos por diversas culturas. Já na bíblia
encontramos a expressão em que Deus, o Criador disse: “Fiat
Lux” (faça-se a luz) e a vida começou. Jesus na sua passagem
pela terra curava com a luz de Deus e até hoje a humanidade
recorre à luz do espírito para curar aqueles males que a
ciência não consegue desvendar. Encontramos nos textos
antigos que os médicos gregos e do antigo Egito praticavam
curas por exposição à luz solar. Heliópolis, a cidade grega
do sol, era uma verdadeira cidade de cura pela luz. Fundada
por Heródoto, pai da helioterapia, foi concebida com
inúmeros templos de cura onde se praticava a terapia solar
através dos seus componentes espectrais (cores).
Embora se atribua ao antigo Egito a descoberta da terapia
cromo-espectral, foram os gregos através da helioterapia,
que deram início às práticas da atualmente conhecida
cromoterapia. Os antigos egípcios valendo-se do fato de que
a cor vermelha estimula, enquanto que a cor azul relaxa e
revigora, desenvolveram a base da cromoterapia para tratar
tanto doenças físicas, mentais ou emocionais.
Pitágoras, que viveu na Grécia 500 anos antes de Cristo, já
praticava a terapia cromo-espectral. Hipócrates e Galeno,
médicos gregos do início da nossa era, também conheciam as
qualidades terapêuticas da luz, embora de maneira intuitiva.
Aristóteles foi o primeiro a afirmar que a luz se propagava
em forma de ondas, sendo Ptolomeu quem descobriu o fenômeno
da refração, toda vez que a luz atravessa dois meios de
natureza diferente.
Em 1672, Isaac Newton, utilizando um prisma, foi o pioneiro
na descoberta de que a luz, no seu espectro visível, ao
incidir num prisma, se decompõe nas cores do arco-íris. Em
1676, Ole Römer, foi o primeiro a medir a velocidade da luz,
iniciando-se assim, a ciência que estuda as características
físicas da luz: a ótica.
Quase que ao mesmo tempo, em que surgem os primeiros
enfoques científicos sobre a luz e suas propriedades, surgem
escritores e filósofos como Shakespeare e Descartes, que não
só perceberam a importância da luz como fenômeno físico, mas
também, a sua relação com a essência humana. Eles
descobriram que os olhos, portadores da luz para o corpo, a
mente e o espírito, constituíam uma via de acesso para se
chegar à integração do ser com sua essência, com o meio
externo, com o universo e com Deus.
O filósofo e escritor alemão Goethe, em 1840 lança sua obra
“Teoria das Cores” onde é registrada por primeira vez na
história, a influência que a cor exerce nas nossas vidas à
nível físico, mental e emocional. A partir deste ponto surge
um novo enfoque no estudo da luz e seus efeitos na vida
humana.
Os médicos do século XIX se envolvem nas experiências de
tratamentos de doenças, como a paralisia e tuberculose, com
a luz solar e as cores. Em 1876 Augustus J. Pleasanton
publica seu livro “Luzes do sol e azuis”, onde relata os
efeitos da luz azul no sistema glandular, no sistema nervoso
e nos órgãos secretivos. Em 1877 o Dr. Seth Pancoast
publicou seu livro “Luzes vermelhas e azuis”, onde trata do
poder bactericida da luz violeta. Em 1878 o dr. Edwin
Babbitt publicou seu clássico “Os princípios da luz e da
cor”, onde relata incontáveis experiências de cura, das mais
diversas desarmonias, atuando com luz colorida de diferentes
cores e matizes. Esta obra despertou o interesse da classe
médica pela terapia da luz e continua sendo objeto de estudo
até os dias de hoje. Seguidamente descobertas, como o poder
bactericida da luz ultravioleta, assim como, o
reconhecimento da influência da luz na produção da vitamina
D e sua incidência no tratamento do raquitismo, foram fatos
que despertaram cada vez mais, o interesse dos médicos da
época pelo estudo da terapia da luz. Em 1920 o médico
indiano Dinshah P. Ghadiali funda o “Spectro-Chrome
Institute”, destinado a treinar médicos e outros terapeutas,
na “terapia da luz e da cor” e em 1933 publica sua obra de
três volumes: “Spectro-Chrome Metry Encyclopedia”.
Nesta obra, Ghadiali, relata que todo elemento químico em
estado de ativação, emite uma radiação característica dentro
do espectro de bandas coloridas, chamada de linhas
espectrais de Fraunhofer. Esta radiação definida por uma
freqüência e um comprimento de onda, é única para cada
elemento e podemos considerá-la como sendo as “impressões
digitais” do elemento. Ghadiali também descobriu que quando
um elemento é exposto à luz branca, ele absorve a freqüência
correspondente à sua banda espectral e emite luz nessa mesma
freqüência. Tal o caso do ferro na fotossíntese, em que
absorve da luz branca a banda espectral correspondente à cor
verde e emite essa mesma banda de freqüência, conferindo a
cor verde aos vegetais. Ele concluiu que estando o corpo
humano constituído de muitos elementos químicos, também ele
deve absorver luz de uma dada freqüência e emiti-la ao
exterior, através do campo electromagnético que envolve o
corpo, que os antigos chamaram de aura.
Então, Ghadiali, estudou o espectro de Fraunhofer para cada
elemento dentro do corpo e comparou cada emissão de cor
primária do elemento com sua função fisiológica. Concluiu
que a principal cor emitida pelo elemento estava relacionada
à função do mesmo no corpo; portanto, quando essa cor fosse
aplicada terapeuticamente, auxiliaria a função deste
elemento no organismo. Desenvolveu assim, um conjunto de 12
filtros de cor a serem utilizados como sistema
cromo-espectral de cura, dando origem às bases de uma nova
terapêutica, que prometia revolucionar a ciência médica da
época, com o início de uma terapia não invasiva que permitia
tratar das doenças do corpo, da mente e da alma através da
luz.
No tempo em que Dinshah Ghadiali desenvolvia o sistema
cromo-espectral, o Dr. Harry Riley Spitler introduz uma
pesquisa que iria revolucionar a medicina da época. Spitler,
baseado nos estudos dos trabalhos de Babbitt e Ghadiali,
implanta a terapia da Luz no sanatório que dirigia. Com base
nos resultados obtidos, Spitler descobre que a terapia da
luz que utilizava a aplicação de luz colorida, oferecia
novas perspectivas de crescimento em aplicações e eficácia,
quando a luz era direcionada através dos olhos.
Descobriu que tanto o sistema nervoso autônomo, quanto o
sistema endócrino, estavam ligados ao cérebro através dos
olhos. A luz que penetra no corpo através dos olhos, estaria
restaurando o equilíbrio desses sistemas e de outras funções
do cérebro. Assim, Spitler dá início a uma nova abordagem da
terapia da luz, a qual chamou de sintônica. A sintônica
refere-se ao equilíbrio fisiológico do sistema nervoso.
Spitler descobriu também, que a cura pela luz não se
processava de igual maneira com todos os indivíduos e que
dependia do seu biótipo e constituição física/emocional.
Spitler desenvolve então, um sistema mais completo que seus
antecessores, onde relaciona a constituição e o biótipo da
pessoa, baseando a terapia na energia e na freqüência da luz
transmitida, em vez de baseá-la no uso de filtros coloridos,
pois embora cada cor de filtro gerasse uma freqüência
característica de luz, devido ao biótipo, ela não seria
igualmente absorvida pelo receptor.
Spitler e seus seguidores continuaram com sucesso suas
experiências até os nossos dias, baseados na comprovação
científica de que os olhos são verdadeiramente as “janelas
da alma”. Em 1938 Spitler dá sustentação e base científica
ao surgimento de uma nova terapia não invasiva que prometia
revolucionar a medicina: a terapia da luz.
Mas, ao mesmo tempo em que Spitler iniciava sua escalada
surpreendente dentro da classe médica, treinando médicos e
outros profissionais da saúde, nesta nova visão da cura pela
luz, no College of Syntonic Optometry, um fato científico
muda o foco de atenção da medicina para a farmacologia.
Foi o prêmio Nobel, outorgado ao dr. Domagk, pela descoberta
da sulfanilamida, que deu início ao redirecionamento e a uma
nova fase da ciência médica: a da medicina medicamentosa ,
onde as doenças são tratadas quimicamente, priorizando a
eliminação dos sintomas, ficando em segundo plano, os
tratamentos que visam reequilibrar o indivíduo gerador da
doença.
Ofuscada pela nova droga, a terapia da luz implantada por
Spitler em sua clinica, foi ficando obsoleta e passou
temporariamente para a clandestinidade.
Apesar da resistência da classe médica, os estudos do Dr.
Spitler continuaram e suas descobertas também. Mesmo sem
grande aceitação na área médica, o College of Syntonic
Optometry continua até os dias atuais, desenvolvendo e
divulgando as descobertas da terapia da luz através dos
olhos.
Após a morte do Dr. Spitler em 1961, seus alunos e
seguidores continuaram com o instituto, hoje dirigido pelo
Dr. Jacob Liberman, autor da obra “Luz A Medicina do
Futuro”, obra que constitui uma verdadeira homenagem aos
pioneiros da cura pela Luz.
Na década de 70, o Dr. Robert Gerard em sua tese de
psicologia, demostrou como os sentimentos e emoções são
influenciados pela visão de determinadas cores e sua relação
com o sistema nervoso autônomo.
O Dr. Harry Wohlfarth, focalizando também o sistema nervoso
autônomo (SNA), conseguiu através de estudos empíricos,
verificar a influência das cores no SNA e a sua incidência
na pressão arterial, na freqüência respiratória e no ritmo
cardíaco.
Nesta mesma época, surgem outras pesquisas envolvendo a luz
e a cor, através das observações do Dr. Max Lüscher, que
estudou profundamente o tema: “preferência pela cor”.
Baseado nos estudos da obra de Ghadiali, a qual sustenta que
a preferência por uma determinada cor está ligada à ausência
desta mesma cor dentro do indivíduo, na forma do elemento
químico gerador e emissor da cor, Dr. Lüscher descobriu que
a preferência por uma cor está associada a um estado mental
e a um estado de equilíbrio hormonal.
A experiência consistia em submeter repetidamente, uma
região específica do cérebro de um coelho, (que era o final
do caminho percorrido pela luz, desde o olho até a glândula
pineal), à luzes de cores diferentes. Observou-se que
algumas cores estimulavam a função endócrina, enquanto
outras, podiam inibir, e até, desequilibrar completamente
tal função.
A partir desta experiência, chegamos aos anos 90 com a
confirmação de que, diferentes cores (comprimentos de onda
diferentes) ao incidirem através do olho humano, na glândula
pineal, afetariam o sistema endócrino e o sistema nervoso
autônomo, o qual, por sua vez, influenciaria, através do
nervo vago, todos os órgãos internos, assim como os órgãos
dos sentidos e as funções periféricas do corpo.
O Dr. Lüscher descobriu também, em suas pesquisas, que à
nível mental, as reações de um indivíduo a determinados
comprimentos de onda, estavam associadas à sua primeira
memória, anterior e única, localizada na região dos gânglios
da base do cérebro, ligada às informações provenientes das
profundezas de seu centro (da sua Alma talvez?). Neste
ponto, podemos observar que a ciência dos anos 90 parece
estar demonstrando a autenticidade das informações que os
antigos obtiveram de forma intuitiva.
Tal o caso da teoria dos Chakras, encontrada em escritos
tibetanos antigos, onde se sustenta que a luz entra no corpo
através dos olhos (janelas da alma) até a pineal (sede da
alma) e continua percorrendo um sistema de 7 centros
energéticos, os quais localizam-se exatamente nos locais das
principais glândulas endócrinas.
Estes centros se correspondem com diferentes estados de
consciência pessoal e aspectos da personalidade, além de se
comunicarem entre si, por uma rede de finos canais
energéticos, chamados de nadis, que se estendem fora do
corpo físico. Os antigos consideravam que pelos nadis a
energia da fonte da vida se tornava matéria.
Segundo o Dr Jacob Liberman, afirmou em sua obra: “Luz a
medicina do futuro”, ed. Siciliano, edição 1994, pág. 61:
“Talvez seja a hora de compreendermos que nosso conhecer
intuitivo antecedeu nossas descobertas científicas. Será que
não estamos, na verdade, utilizando o método científico para
comprovar o que já sabemos?”
Em 1982, a Dra. Sharon McDonald deu outra valiosa
contribuição à terapia da luz, submetendo 60 mulheres de
meia idade portadoras de artrite reumatoide, à exposição com
luz azul. Da experiência, resultou que as dores diminuíam
enquanto as regiões afetadas permaneciam expostas à luz
azul. Também observou que quanto maior o tempo de exposição,
maior era o benefício obtido.
Em 1985 o Dr. John Ott abre um grande portal nas pesquisas
da terapia da luz, lançando o filme “Explorando o espectro”
, onde mostra as observações microscópicas dos efeitos da
luz sobre os padrões de movimento dos cloroplastos
(componentes celulares portadores da clorofila).
Inicialmente, submeteu os cloroplastos à luz de espectro
total e seguidamente fez a mesma experiência, colocando
filtros vermelho e azul. O Dr. Ott observou que o padrão de
movimento era alterado e interrompido, quando utilizava luz
filtrada e ele retornava ao normal quando colocada uma fonte
de luz ultravioleta que reproduzia características próximas
ao espectro solar.
John Ott deu sua grande contribuição ao demostrar os efeitos
que determinados comprimentos de onda provocavam à nível
celular, tanto em organismos animais, quanto vegetais. Esta
experiência abriu espaço para direcionar as pesquisas da
terapia da luz em relação às doenças que afetam os processos
celulares, como a mutação do DNA que ocorre nos casos de
câncer e até mesmo na AIDS.
Posteriormente, a Dra. Smith Sonneborn, professora de
zoologia e fisiologia, com base nas experiências do Dr. Ott,
iniciou uma pesquisa utilizando organismos unicelulares,
chamados parmécios. Ela descobriu que para uma célula se
tornar cancerosa, em primeiro lugar, ela teria que sofrer
uma alteração no seu componente hereditário responsável pelo
reparo celular presente no DNA, por outro lado, ela
verificou que as células velhas apresentavam acúmulo de DNA
alterado. Seguidamente, direcionou a sua pesquisa no sentido
de verificar se era possível recuperar as células
danificadas e rejuvenescer as envelhecidas, para assim,
eliminar o risco de se tornarem cancerosas. As pesquisas
foram um verdadeiro sucesso e demonstraram claramente, que
determinados tipos de luz do espectro visível, revertiam o
processo de envelhecimento celular, assim como, reparavam as
células cancerosas.
Os resultados destas pesquisas, surgidos na década de 90, se
aproximam cada vez mais, das atuais e novas abordagens
terapêuticas, que contribuem ainda mais, para a sustentação
da terapia da Luz e da cor.
Um novo estágio na terapia da luz se inicia a partir de
1989, das descobertas do Dr. Russel J. Reiter, em relação a
melatonina, o hormônio e neurotransmissor liberado pela
glândula pineal.
A melatonina é produzida pela glândula pineal e regulada
pelo ciclo diário de claro e escuro (conhecido como ritmo
circadiano) . A glândula pineal está ligada aos olhos e o
escuro lhe serve de sinal para iniciar a produção de
melatonina. A glândula pineal está conectada aos olhos (as
janelas da alma) por uma via nervosa direta, que produz a
melatonina, ao escurecer, ajudando a regular o ritmo
biológico básico de cada órgão, cada tecido e cada célula do
corpo. Ela regula ainda, outros rítmos, como o ciclo do sono
e vigília e o início da puberdade.
A partir dos numerosos estudos e pesquisas à respeito da
ampla gama de propriedades da melatonina, a glândula pineal
foi se tornando cada vez mais objeto de interesse da
ciência, sendo hoje considerada como a nova glândula-mestre
responsável pelo relógio biológico e pela liberação da
melatonina, hormônio responsável pela produção de uma ampla
variedade de hormônios que regulam diversos processos
orgânicos, desde a digestão até a reprodução.
A melatonina no cérebro age como indutora do sono; no
coração e no sistema circulatório, reduz a formação de
coágulos, o que por sua vez, ajuda a proteger o organismo de
ataques e derrames. Na corrente sangüínea, aumenta a
capacidade de produção de anticorpos fortalecendo o sistema
imunológico. E finalmente, no corpo inteiro, a melatonina
age diretamente sobre as células, como antioxidante,
protegendo-as dos danos provocados pelos radicais livres,
considerados os vilões responsáveis pelo envelhecimento.
Os radicais livres são compostos químicos produzidos no
processo de degradação e oxidação das proteínas e são
altamente instáveis e reativos, capazes de atacar a parede
celular e provocar mutações do DNA da mitocôndria, afetando
assim, os processos de reparo e renovação celular, dando
origem ao envelhecimento e a produção de células
cancerígenas.
Foi comprovado que a melatonina constitui um poderoso
antioxidante que inibe os ataques à membrana celular por
radicais livres, protegendo o mecanismo de reparo e
renovação celular, restringindo os processos de
envelhecimento. Deste ponto de vista, a glândula pineal
responsável pelo relógio biológico, torna-se também, a
controladora do relógio anti-envelhecimento. A glândula
pineal conectada aos olhos e alimentada pela luz através
deles, é a diretora geral do equilíbrio entre os processos
orgânicos internos e o meio externo. Se examinarmos do ponto
de vista holístico, a Pineal através da luz, governa a
integração e o equilíbrio entre os processos internos do ser
humano e o resto do universo.
A glândula pineal considerada em 1616, como a sede da alma
por René Descartes, como o centro do chakra da coroa pelos
indianos e iogues, o lugar de encontro com Deus, na tradição
hebraico cristã e o lugar por onde entra a energia da vida
no meridiano do fígado, para os chineses, sendo
posteriormente subestimada pela ciência, que a considerou
como o apêndice do cérebro, hoje volta a ser o centro das
atenções da ciência devido a sua possível função como “fonte
da juventude”, a partir das propriedades da melatonina.
Do ponto de vista filosófico, religioso e metafísico a
pineal também está sendo objeto de estudos, ocupando um
lugar de destaque, pois muitas técnicas de meditação e
trabalhos com energia, têm revelado um aumento dos
potenciais e das funções atribuídas à pineal. Assim como a
ciência demostrou que as funções da pineal são afetadas pela
luz e o equilíbrio luz-escuridão, também foi detectado que a
glândula pineal responde não apenas à luz solar, mas também,
à luz espiritual, ou seja, a luz que os olhos visualizam em
estados de meditação ou de oração profundos.
Surge neste momento uma reflexão: de igual maneira, como
ocorreu com a abordagem sobre a glândula pineal, que ocupou
um lugar de destaque para os antigos, sendo posteriormente
subestimada pela ciência moderna, e que volta hoje, a ser
objeto de estudos, como a grande glândula-mestra, que
promete desvendar os mistérios da vida e da eterna
juventude, talvez de maneira semelhante, a terapia da luz,
que chegou ao seu auge entre os antigos, e que foi encostada
pela ciência do século passado, volte nos dias de hoje, como
uma revolucionária terapia não-invasiva que está mostrando
excelentes resultados em áreas onde as terapias
convencionais fracassaram, iniciando-se uma nova fase
evolutiva da ciência e da filosofia, nas quais a luz e a
linguagem das cores, sejam o alimento e o remédio do futuro.
Estamos sem dúvida, no limiar do surgimento de uma nova base
para a existência humana na face da Terra, onde uma
integração ciência-espiritualidade se faz absolutamente
necessária para evitar retrocessos no processo evolutivo.
Cabe a cada ser humano a grande responsabilidade de honrar a
vida em todas as suas formas de manifestação da luz de Deus.
Bibliografia:
Light the medicine of future , Jacob Liberman – Bear &
Company
Luz a medicina do futuro, Jacob Liberman – Ed. Siciliano
Homem, Comunicação e Cor, Irene T. Framckoowiak – Ed. Ícone
Corpo Território do Sagrado, Evaristo Eduardo de Miranda -
Ed. Loyola
Death of Ignorance, Dr. Fred Bell – New Age Press
Melatonina a Fonte da Juventude – Steve J. Bock – Ed Campus
O Espírito este desconhecido, Jean E. Charon – Ed.
Melhoramentos
As Origens da Vida, Jules Carles – Edições 70
